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Grupo para implantar o Mais Educação São Paulo se reúne pela segunda vez

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O Grupo de Implantação Permanente (GIP) do Programa Mais Educação São Paulo reuniu-se pela segunda vez na tarde desta quinta-feira (23). O objetivo é continuar as discussões para implantar o programa em toda a Rede Municipal de Ensino. Essas discussões estão previstas no documento “Subsídios para a Implantação do Programa Mais Educação São Paulo”, de 23 páginas, surgido da primeira reunião do grupo, em dezembro do ano passado. O tema de hoje foi a formação dos docentes na rede.

Os encontros devem acontecer mensalmente. As reuniões são divididas em duas partes, em espaços diferentes. A primeira, no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME), sempre com uma palestra. A segunda é feita no Instituto Mauá de Tecnologia, quando representantes das 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs) e Diretoria de Orientação Técnica (DOT), num total de 120 professores, se dividem em três grupos, com um relator, para concluir o documento do dia. As primeiras palestras ao grupo foram feitas pelo secretário municipal de Educação, a secretária-adjunta e o titular de DOT.

Segundo a professora Fátima Aparecida Antonio, diretora de DOT Educação Fundamental e Médio, o documento com os subsídios será entregue a todos os professores da rede até o final deste mês, antes do início do ano letivo, em 5 de fevereiro. A proposta é embasar a implantação do programa em todas as escolas. “Destes três grupos, após as discussões, devem emanar documentos, portarias e decretos do programa”, explica a professora Fátima.

A Secretaria Municipal de Educação buscou, ao criar o GIP, implantar o Programa Mais Educação São Paulo de maneira coletiva e democrática, favorecendo a participação dos professores. “Acreditamos que desta maneira o diálogo com as escolas se torna mais produtivo, já que estamos implantando as mudanças ouvindo toda a rede”, explica a professora.

Formação de educadores – O sistema de formação de educadores da Rede Municipal de Ensino de São Paulo se insere no conjunto de medidas de reorganização, ampliação e fortalecimento da rede, um dos eixos do Programa Mais Educação São Paulo, que começa a valer este ano. Segundo o GIP, os temas e problemas levantados no contexto do programa “dependem intimamente da criação, do aperfeiçoamento e da ampliação das iniciativas da formação dos quadros docentes e técnicos na área de Educação”.

Atualmente, os cursos de formação na rede têm temáticas específicas, organizadas pelas DREs e coordenações de DOT, ou oferecidos por instituições parceiras, que são analisadas e homologadas pelas equipes de SME. As modalidades atuais são a de curso presencial e à distância. A carga horária é variável: cursos com 4 horas de duração (como congressos, seminários, simpósios, conferências, jornadas, fóruns etc) ou ciclos de palestra, cuja carga pode variar de 8 horas até 400 horas (especialização).

O GIA discutiu hoje a forma de organizar esses cursos. As prioridades devem ser definidas diante dos objetivos curriculares e mediante pesquisa junto aos professores. Anualmente serão estabelecidas áreas e temas prioritários das ações formativas. Isso vai propiciar acompanhamento e avaliação das ações de formação em andamento, o que é fundamental para a melhoria contínua e a otimização dos recursos.


23/01/2014 - 17:43