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TESTE DE ACEITABILIDADE

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É o nome dado ao teste realizado diretamente com os alunos das unidades educacionais, sendo importante para avaliar o impacto de um Programa de Alimentação.

O DAE utiliza este instrumento desde a década de 70, para avaliar o consumo alimentar dos alunos.

Um alimento pode ser considerado como de boa aceitabilidade, quando preenche as expectativas da maior parte dos alunos com relação às características sensoriais:  aparência, cor, aroma, consistência ou textura e sabor.

Assim, a aceitabilidade de um alimento está relacionada com a interação positiva entre o alimento e o aluno que o consome.

Não basta  introduzir nos cardápios alimentos nutritivos, variados e de qualidade. É condição fundamental que os mesmos sejam aceitos pelos alunos, para atender suas necessidades nutricionais durante o período de permanência na unidade educacional.

O teste é coordenado pelo Setor de Pesquisa & Desenvolvimento, que segue como referência o Manual para Aplicação dos Testes de Aceitabilidade no Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, e é aplicado pelos nutricionistas do Setor de Supervisão.

Para seleção das unidades participantes no teste, são sorteadas uma EMEI e uma EMEF de cada uma das 5 regiões da cidade (Leste, Sul, Oeste, Norte e Centro).

Para a definição da amostra em cada unidade, utilizamos todos os alunos do período selecionado para o teste, observando que a amostra não pode ser inferior a 100 alunos efetivamente testados, por unidade.

O teste de aceitabilidade é utilizado nas seguintes situações:

  • para avaliar a aceitabilidade de um alimento que se pretende introduzir no cardápio;
  • para avaliar a aceitabilidade dos alimentos e cardápios habitualmente praticados.

Indicadores Avaliados pelos métodos de Resto Ingestão e Escala Hedônica Facial:

  • Indicador de aceitabilidade: demonstra a porcentagem da quantidade servida que foi efetivamente consumida ou a quantidade de estudantes que consideraram o alimento e/ou cardápio bom ou ótimo.
  • Indicador de rejeição: demonstra a porcentagem da quantidade servida que não foi consumida ou a quantidade de estudantes que não gostaram ou detestaram o alimento e/ou cardápio.
  • Indicador de adesão: corresponde à medida percentual de estudantes que referiram consumir a alimentação preparada pela escola.

Para que possa ser introduzido ou mantido no Programa de Alimentação Escolar, segundo o FNDE, o produto deve apresentar um índice de aceitabilidade de, no mínimo, 85% quando utilizado o método de Escala Hedônica Facial, e 90% quando utilizado o método de Resto Ingestão.

São vários os fatores que influenciam a ingestão de alimentos na Escola, incluindo o horário servido, as influências culturais, o meio social em que a criança convive, o modo de preparo e a própria qualidade do alimento. O DAE, no entanto, entende que os Indicadores acima relacionados poderão nortear a viabilidade de introdução/manutenção do alimento no cardápio, levando à valorização de uma política adequada para o Programa de Alimentação Escolar.

 

                                                                                                              Atualizado em 16/04/2014